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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

TRIP Linhas Aéreas ganha ‘Prêmio Criatividade’, na ABAV 2011


A TRIP Linhas Aéreas, maior companhia de aviação regional da América do Sul, foi reconhecida com o ‘Prêmio Criatividade’, durante a ABAV 2011 – maior evento do setor de turismo – pelo espaço tecnológico, que simulava a estrutura de uma aeronave. Nas janelas do avião da TRIP, telas de TV embutidas mostravam aos visitantes as cidades onde a companhia aérea oferece seus voos regulares. Na programação, a exibição do comercial da nova campanha da empresa. A eleição foi realizada entre entidades do setor, jornalistas e revista Brasil Travel News.
 
 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Aéreas terão que informar espaço entre assentos ao vender passagens

 As companhias aéreas serão obrigadas a informar ao venderem bilhetes o espaço que o passageiro terá para as pernas quando estiver sentado dentro do avião, afirmou Wagner Bittencourt, ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, na última quarta-feira (30). Segundo ele, a medida entrará em vigor em "meses". O propósito é estimular a competição entre as empresas aéreas. "A gente quer dar cada vez mais informação ao usuário, não só dessas características técnicas do voo, mas também do desempenho das companhias aéreas. Será informado aos usuários o nível de atraso, o nível de cancelamentos que elas [as companhias] têm", disse. Bittencourt falou sobre o assunto no programa Poder e Política - Entrevista , conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília. Para evitar o caos aéreo do fim de ano, o ministro disse que o governo ordenou o cancelamento das férias de todos os funcionários de aeroportos que teriam o benefício nesse período de maior fluxo de passageiros. Isso inclui servidores da Infraero , Polícia Federal, Receita Federal e Anvisa, entre outros. A expectativa da Secretaria de Aviação Civil é manter o nível de cancelamento de voos na faixa de 5% do total. Empresas aéreas também já foram informadas sobre a necessidade de ter aviões de reserva e equipes de tripulação de sobreaviso para emergências de fim de ano. Sobre atrasos na devolução de bagagens, Bittencourt disse que as companhias são obrigadas a manter funcionários na área das esteiras. "Se não tiver [um funcionário da companhia aérea na área de entrega das bagagens], [o passageiro] pode reclamar com o pessoal da Infraero, que estará por ali com aquele [colete] amarelinho para ajudá-la com as providências que tem que tomar".

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Pilotos da Iberia convocam greve para dias 18 e 29 de dezembro

Os pilotos da companhia aérea espanhola Iberia convocaram nesta quarta-feira dois dias de greve, para os dias 18 e 29 de dezembro, em protesto contra a criação da nova empresa aérea de baixo custo Iberia Express, que fará rotas de curtas e médias distâncias.
Data: 7/12/11
Exibições: 22
Vídeo por:  EFE

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ponte aérea

Por CAETANO VELOSO //

Aeroportos são o que existe de mais abominável neste mundo. Ou pelo menos é o que eu achava há 14 anos, antes de perder o medo de avião. Não que 14 anos signifiquem tanta coisa assim para um homem da minha idade. Passei a maior parte de minha vida odiando aeroportos e sofrendo em aviões. Eu sofria nos voos por esse medo irracional que não se abala com as estatísticas. Mas nunca vinculei meu nojo de aeroportos a esse medo. Estava convencido de que o mau gosto discreto — cores neutras, formas impessoais — é que me exasperava por atentar contra minha inteligência e sensibilidade. Meu amigo Gilberto Gil me dizia que ele, ao contrário, adorava aeroportos: as horas mortas em saguões lhe pareciam uma oportunidade para meditação. Eu muitas vezes comentei com ríspida zombaria esses arroubos de otimismo místico do meu camarada.

Mas, sem que tivesse chegado a comunicar-lhe (com o devido pedido de desculpas por décadas de esnobismo), eu próprio, depois que perdi o medo de avião, passei a experimentar esse transe tranquilo em frente a guichês de check-in, sentado a um balcão tomando milk shake, lendo revistas opiniosas em bancos de fórmica e metal laqueado. Mesmo em aeroportos cheios, cheguei a me sentir no céu, encostado a uma pilastra cilíndrica recoberta de mármore branco. Custei a admitir que isso estava se dando. E mais ainda que estava relacionado com a ausência de medo de voar. Perdi o medo de avião ao fim de uma crise terrível que nunca me consegui explicar. Quando meu filho menor tinha nascido havia poucos meses, voltei do teatro onde estava fazendo um show com canções da América Espanhola e, tentando dormir, tomei a outra metade do Lexotan 6mg que eu tomava todas as noites ao deitar. Não era nada frequente que eu fizesse isso. Desde menino, sempre reagi mal até à ideia de tomar remédio para dor de cabeça: se eu tomo o Melhoral e não sinto a dor de cabeça, isso não quer dizer que não estou com dor de cabeça, apenas que não a estou sentindo.
O que me parecia não apenas temerário do ponto de vista do cuidado com a saúde como moralmente duvidoso. Mas, depois de ler por mais tempo do que o habitual e não sentir nenhum aviso de que seria possível conciliar o sono, resolvi tomar os 3 mg que, em forma de meia-lua inteira, estavam sorrindo para mim da cartela prateada. Tomei- os e esperei o efeito bater. Ao fim de poucos minutos algo bateu. Muito forte e fundamente bateu. Não uma onda de paz e sono, mas um baque surdo e escuro no coração da minha vida. Uma carga repentina e indescritivelmente intensa de tristeza, medo, raiva, impaciência, desgosto.

Eu conseguia pensar que era inimaginável que alguém pudesse sentir algo assim. Minha mulher estava dormindo. Em circunstâncias normais, quer dizer, em circunstâncias meramente anormais (um mal-estar, uma barata saindo por debaixo da porta do banheiro, um ruído no mato junto à sacada que dava para o mar), eu a teria chamado logo — e sem culpa, pois eu a sabia capaz de acordar, resolver o problema para mim e voltar a dormir em pouquíssimo tempo. Nosso filho recémnascido dormia com o irmão cinco anos mais velho no quarto colado ao nosso, para que ela pudesse atendê-lo prontamente, caso ele acordasse com fome, com sede ou com dor na barriga. Mas tal como estavam as coisas, não havia nem a mais remota hipótese de eu a acordar: eu não saberia o que lhe dizer, eu não aguentaria o teste de me defrontar com ela, eu nem sabia o que era tudo o que havia — ela ao meu lado, aquele quarto, aquela casa, nossos filhos, minha vida — em face do inferno que era minha mente. Lembrei-me, é claro, das bad trips com lança perfume, maconha e ayahuasca que eu tinha experimentado em minha juventude. Julguei que essas reações (e outros sintomas, como os rituais mentais em que me viciara desde a adolescência, as superstições que eu criava sem querer e sem cessar, a hipocondria que me fez sofrer de terríveis doenças que se provavam imaginárias) eram o indício de que tudo chegaria ali, àquela miséria absoluta e irrevogável em que me achava. Não consegui dormir mais, tive certeza de que minha vida tinha acabado e, quando minha mulher acordou, contei-lhe o que pude sobre o desmesurado acontecimento. Ela disse as palavras menos piegas que alguém poderia dizer numa ocasião dessas, esforçandose para desmistificar minha angústia. O fato é que comecei a aprender a conviver com a nova situação: fiz o show à noite e, de volta ao Rio, procurei meu médico, que me disse que eu não ficaria louco, me mandou voltar a fazer análise (eu tinha parado fazia bem uns 12 anos), e me receitou Rivotril (0,5 mg), medicação cuja caixa custava R$1. Voltei à análise. Com isso e o Rivotril, fui voltando ao normal. Nunca mais fui o mesmo. Mas, se é exasperante que eu não tenha resposta para o que se passou comigo — um choque hormonal devido à idade, uma percepção do erro essencial da minha vida, uma disfunção química no sistema nervoso central, a intuição de grandes catástrofes que vêm se armando acima da cabeça da Humanidade — também é certo que muitas coisas mudaram para melhor. O que não mata engorda — e, ao fim do processo, sem que me desse conta de quando, passei a entrar em aviões sem temer nada além da revista idiota que comprei.
Em Congonhas, hoje, lembrei isso tudo e pensei em “A ilusão da alma”: Eduardo Gianetti sobre a filosofia sugerida pelos achados da neurociência. Todos devem ler.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pistas de pouso regionais são pioridades para o Estado

Governo vai pedir recursos para ampliar os aeroportos de
São Mateus, Guarapari e Cachoeiro

Aeroporto de Linhares - SNLN
Os secretários de Transportes de oito Estados, reunidos ontem em Vitória, decidiram desenvolver ações conjuntas para obter do governo federal a garantia da liberação de recursos para os aeroportos regionais. Eles trabalharão em parceria também nos temas ligados a rodovias e ferrovias. Nos próximos dias 14 e 15 estarão em Brasília para entregar as solicitações ao governo federal. A maior parte dos recursos deverá vir do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa).

Aeroporto de Cachoeiro - SNKI

Segundo o secretário estadual de Transportes e Obras Públicas (Setop), Fábio Damasceno, o governo quer estimular os projetos de melhoria dos aeroportos regionais que são importantes para a descentralização do desenvolvimento estadual. Com a melhoria desses aeroportos, além do transporte de passageiros, há ainda a possibilidade de novos negócios no transporte de cargas e a criação de linhas na rota do petróleo.

Além do Aeroporto de Linhares, que já tem projeto pronto para a construção de nova pista, o governo estadual vai pedir recursos para a ampliação dos terminais aeroportuários de São Mateus, Guarapari e Cachoeiro de Itapemirim. Uma vez em condições de operação esses aeroportos serão ainda atrativos para os executivos das empresas que estão se instalando no interior do Estado.

Com a intensificação das atividades de exploração de petróleo e gás nos campos do mar territorial do Espírito Santo, são grandes as possibilidades da criação de linhas na rota do petróleo. Linhas entre Cachoeiro de Itapemirim, Vitória e Linhares ou Macaé, Campos e Cachoeiro de Itapemirim são oportunidades que surgirão a partir da melhoria dos aeroportos dessas cidades.

O governo estadual, explicou o secretário, vai coordenar as ações necessárias para que os projetos desses aeroportos sejam elaborados neste ano. Até o final de 2011, a secretaria saberá o montante necessário de recursos para as obras nos aeroportos regionais.
 

Por Rita Bridi

Pátio do Aeroporto de Guarapari - SNGA


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Embraer vê até US$ 14 bi em contratos no Oriente Médio

Fonte: Agência Estado

Dubai - A Embraer enxerga um potencial de mercado de US$ 14 bilhões para aviões de 60 a 120 passageiros no Oriente Médio, e vai reequipar com novos motores sua série E-Jet para manter a liderança nesse segmento, afirmou neste domingo Paulo Cesar de Souza e Silva, vice-presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial.

E-JETS EMBRAER
Os novos motores também podem exigir uma nova asa para os aviões, completou Souza e Silva em entrevista à imprensa na Dubai Air Show. "No nosso caso, é mais provável que precisemos de uma nova asa. Isso ainda está em avaliação", disse ele.

"Estamos agora empenhados em conversar com nossos clientes. Gostaríamos de ver o novo E-Jet que eles querem ver", completou ele, explicando que as negociações devem durar provavelmente um ano.

A meta para a entrada em serviço da nova linha continua sendo 2018. As informações são da Dow Jones.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Com agenda corrida, famosos recorrem ao avião

R7.COM

A agenda apertada de shows faz com que muitos artistas utilizem os aviões como o principal meio de transporte. Muitos arriscam a vida para cumprir os compromissos profissionais.
No último final de semana, Luan Santana voava de Londrina (PR) para um show em Macaé (RJ). Uma pane no radar do avião de um taxi aéreo fez com que o piloto fizesse um pouso forçado em São José do Rio Preto (SP).

Mesmo depois do susto, Luan e mais três pessoas da produção seguiram em outro avião. O compromisso com os fãs precisava ser cumprido. É assim a vida dos artistas. Vivem nos palcos e nos céus.


 
Apesar de ser jovem, o cantor trabalha muito e mesmo com medo de voar está sempre dentro de uma aeronave.

- O jato é uma necessidade. Eu tenho um pouco de medo de avião, sim.
Quem também passou por apuros foram os integrantes do cantor Daniel, Em 2000, o avião sem combustível foi parar na Rodovia dos Imigrantes e por pouco não causou um acidente.
No ano passado, o jato executivo que levaria Xuxa a um evento caiu na Baia de Guanabara, no Rio. Um problema técnico fez o avião voltar e a alta velocidade fez a aeronave parar na água.

Foi um acidente aéreo que acabou com a vida dos meninos do Mamonas Assassinas. Apesar da grande alegria e irreverência, eles sabiam do risco de estar sempre no ar.
Apesar de ser um meio de transporte seguro, quase 40% da população mundial tem medo de voar.

Foi o medo de voar que fez o cantor Marrone abandonar os palcos por um tempo. O trauma veio depois de um acidente de helicóptero.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

JORNAL NACIONAL - JN no Ar chega a Vitória

Vitória foi a segunda cidade a ser visitada pela equipe do JN no Ar, nesta maratona em favor da educação.


 

Foram visitadas escolas das cinco regiões brasileiras. Um especialista em educação acompanhou a equipe do JN nesta viagem.

A jornada começou pela região Sul. O quadro geral da região é de contradições. De um lado, escolas com um computador por aluno, cursos de filosofia, oficinas de artes. Outras sem segurança, com goteiras no meio da sala e vidros quebrados.

No município, que tem 239 mil habitantes, a desigualdade é um problema na qualidade da educação. Enquanto uma escola pública de ensino fundamental tem a melhor nota do MEC, 6,6, uma outra escola sofre com instalações depredadas.






As obras da Grande Vitória que viraram novela. E não estão nem perto de acabar

Falta de planejamento e organização transforma obras importantes em verdadeiras lendas urbanas.

Reportagem especial GAZETA ONLINE -  Atualizado em 05/11/2011 - 20h17
Texto original: Maurílio Mendonça


Quantas vezes você já ouviu falar que os galpões do IBC, em Jardim da Penha, iriam virar um centro cultural? Ou leu mais uma promessa de que as obras do aeroporto seriam retomadas? E o novo Galpão das Paneleiras, na foto ao lado, tantas vezes prometido e até hoje não inaugurado. Segunda Ponte de Colatina? Uma das recordistas quando se trata de obra com atraso levou exatos 20 anos para ser construída.

A Terceira Ponte conseguiu ser mais "rápida": foram quatro governos e 11 longos anos para a conclusão. O resultado? Com tanta demora, quando ficam prontos, muitos desses projetos já estão defasados. O pior: de tanto serem adiados, fica difícil prever quando sairão do papel. E se sairão.

O futuro distante desenhado para esses projetos - a maioria, de grande impacto para a população - pode ser de anos ou até décadas. Mas, afinal, o que nos falta para, pelo menos, chegar perto de países como o Japão, que consegue reconstruir uma rodovia destruída por um terremoto em menos de uma semana? Planejamento e agilidade para lidar com burocracia, explica o engenheiro mecânico Paulo Ruy Mattos, especialista em obras industriais de grande porte.

Aeroporto de Vitória

A novela (campeã de audiência):

Com quatro anos de atraso (era para ser entregue em 2007), o novo Aeroporto de Vitória está previsto para ficar pronto até o final de 2014. Serão dez anos de espera, ao todo, do anúncio da obra, em 2004, até sua conclusão.


O que é: Principal aeroporto do Estado, terminal está defasado há anos. Proximidade do Espírito Santo com Estados como Rio de Janeiro e São Paulo, sedes de eventos esportivos de grande porte pedem mais agilidade nas obras.

O que dizem as autoridades: Problemas na elaboração dos projetos executivos, supostos desvios de recursos e irregularidades em licitações atrasaram o projeto. Possibilidade de privatizar terminal ganha muita força no meio político. 

Qual é o prazo:
Todas as obras estão previstas para ficar prontas no final de 2014. Dez anos após seu início.