quarta-feira, 9 de novembro de 2011

PANE NO HELICOPTERO DO GOVERNO DO ES

Atualizado em 09/11/2011 às 19h45- Redação Folha Vitória


Porta de helicóptero com vice-governador, secretário e deputados se solta em pleno voo


Vice Governador do ES
O vice-governador do Espírito Santo, Givaldo Vieira (PT), e mais um grupo de deputados estaduais, além do secretário de Agricultura, Enio Bergoli, passaram por um susto na tarde desta quarta-feira (9). A porta do helicóptero em que estavam se soltou em pleno voo. A aeronave chegou a fazer um pouso de emergência, mas conseguiu retornar a viagem mesmo sem a peça que se desprendeu.

Além de Givaldo e do secretário, estavam no voo os deputados estaduais Genivaldo Lievore (PT), Henrique Vargas (PRP), o piloto e o co-piloto. O grupo voltava de São Gabriel da Palha, norte do Estado, quando aconteceu o incidente. Eles participaram da inauguração do mercado popular de alimentos da cidade.

Segundo Givaldo, o incidente aconteceu logo após o helicóptero deixar o município. Quando já tinha decolado, a porta se deslocou e ficou pendurada. O piloto fez um pouso de emergência em um pasto da região. Quando a aeronave estava perto de pousar a porta de desprendeu, mas não atingiu ninguém.

"A porta foi recolhida e o piloto nos informou que poderíamos seguir viagem em segurança, mas com a velocidade reduzida". O helicóptero que sofreu a pane também é utilizado pelo governador Renato Casagrande durante suas agendas oficiais.
O vice-governador disse ainda que já foi aberto procedimento de investigação para apurar as causas da falha no equipamento. O fabricante da aeronave, que já seguiu para manutenção, também foi avisado do problema.

De acordo com o vice-governador, essa é a primeira vez que acontece um incidente como este, já que os três helicópteros passam por rigorosos controles de qualidade.
O secretário Enio Bergoli postou mensagem no seu Twitter logo após o ocorrido. "Um pequeno susto no retorno de São Gabriel para Vitória, mas vamos chegar com fé em Deus".

Com agenda corrida, famosos recorrem ao avião

R7.COM

A agenda apertada de shows faz com que muitos artistas utilizem os aviões como o principal meio de transporte. Muitos arriscam a vida para cumprir os compromissos profissionais.
No último final de semana, Luan Santana voava de Londrina (PR) para um show em Macaé (RJ). Uma pane no radar do avião de um taxi aéreo fez com que o piloto fizesse um pouso forçado em São José do Rio Preto (SP).

Mesmo depois do susto, Luan e mais três pessoas da produção seguiram em outro avião. O compromisso com os fãs precisava ser cumprido. É assim a vida dos artistas. Vivem nos palcos e nos céus.


 
Apesar de ser jovem, o cantor trabalha muito e mesmo com medo de voar está sempre dentro de uma aeronave.

- O jato é uma necessidade. Eu tenho um pouco de medo de avião, sim.
Quem também passou por apuros foram os integrantes do cantor Daniel, Em 2000, o avião sem combustível foi parar na Rodovia dos Imigrantes e por pouco não causou um acidente.
No ano passado, o jato executivo que levaria Xuxa a um evento caiu na Baia de Guanabara, no Rio. Um problema técnico fez o avião voltar e a alta velocidade fez a aeronave parar na água.

Foi um acidente aéreo que acabou com a vida dos meninos do Mamonas Assassinas. Apesar da grande alegria e irreverência, eles sabiam do risco de estar sempre no ar.
Apesar de ser um meio de transporte seguro, quase 40% da população mundial tem medo de voar.

Foi o medo de voar que fez o cantor Marrone abandonar os palcos por um tempo. O trauma veio depois de um acidente de helicóptero.

AVIÃO DA I.U.R.D EM SBVT!

Esteve em solo capixaba o Falcon 2000 da
Igreja Universal do Reino de Deus (I.U.R.D).


O empresário e bispo Edir Macedo, dirigente da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) tem feito a ponte aérea Brasil - Estados Unidos a bordo de um Global Express, avaliado no mercado aeronáutico por US$ 50 milhões (cerca de R$ 85 milhões).  Equipado com sala de estar, dois banheiros, minibar e lavabo, além de um confortável sofá, o jato permite
 

deslocamentos dos mais confortáveis até os EUA, onde Macedo mantém residência, e tem autonomia suficiente para levá-lo à Europa ou à África. O Global, adquirido em setembro numa troca por um modelo mais antigo, veio juntar-se à frota da Alliance Jet, empresa integrada ao grupo Universal e que já possuí um Falcon 2000 e um Citation X, juntos avaliados em 40 milhões de dólares.

Fonte: Revista Cristianismo Hoje

Veja as fotos:






Dassault Falcon 2000EX no T09 em SBVT

terça-feira, 8 de novembro de 2011

JORNAL NACIONAL - JN no Ar chega a Vitória

Vitória foi a segunda cidade a ser visitada pela equipe do JN no Ar, nesta maratona em favor da educação.


 

Foram visitadas escolas das cinco regiões brasileiras. Um especialista em educação acompanhou a equipe do JN nesta viagem.

A jornada começou pela região Sul. O quadro geral da região é de contradições. De um lado, escolas com um computador por aluno, cursos de filosofia, oficinas de artes. Outras sem segurança, com goteiras no meio da sala e vidros quebrados.

No município, que tem 239 mil habitantes, a desigualdade é um problema na qualidade da educação. Enquanto uma escola pública de ensino fundamental tem a melhor nota do MEC, 6,6, uma outra escola sofre com instalações depredadas.






As obras da Grande Vitória que viraram novela. E não estão nem perto de acabar

Falta de planejamento e organização transforma obras importantes em verdadeiras lendas urbanas.

Reportagem especial GAZETA ONLINE -  Atualizado em 05/11/2011 - 20h17
Texto original: Maurílio Mendonça


Quantas vezes você já ouviu falar que os galpões do IBC, em Jardim da Penha, iriam virar um centro cultural? Ou leu mais uma promessa de que as obras do aeroporto seriam retomadas? E o novo Galpão das Paneleiras, na foto ao lado, tantas vezes prometido e até hoje não inaugurado. Segunda Ponte de Colatina? Uma das recordistas quando se trata de obra com atraso levou exatos 20 anos para ser construída.

A Terceira Ponte conseguiu ser mais "rápida": foram quatro governos e 11 longos anos para a conclusão. O resultado? Com tanta demora, quando ficam prontos, muitos desses projetos já estão defasados. O pior: de tanto serem adiados, fica difícil prever quando sairão do papel. E se sairão.

O futuro distante desenhado para esses projetos - a maioria, de grande impacto para a população - pode ser de anos ou até décadas. Mas, afinal, o que nos falta para, pelo menos, chegar perto de países como o Japão, que consegue reconstruir uma rodovia destruída por um terremoto em menos de uma semana? Planejamento e agilidade para lidar com burocracia, explica o engenheiro mecânico Paulo Ruy Mattos, especialista em obras industriais de grande porte.

Aeroporto de Vitória

A novela (campeã de audiência):

Com quatro anos de atraso (era para ser entregue em 2007), o novo Aeroporto de Vitória está previsto para ficar pronto até o final de 2014. Serão dez anos de espera, ao todo, do anúncio da obra, em 2004, até sua conclusão.


O que é: Principal aeroporto do Estado, terminal está defasado há anos. Proximidade do Espírito Santo com Estados como Rio de Janeiro e São Paulo, sedes de eventos esportivos de grande porte pedem mais agilidade nas obras.

O que dizem as autoridades: Problemas na elaboração dos projetos executivos, supostos desvios de recursos e irregularidades em licitações atrasaram o projeto. Possibilidade de privatizar terminal ganha muita força no meio político. 

Qual é o prazo:
Todas as obras estão previstas para ficar prontas no final de 2014. Dez anos após seu início.

Sikorsky S-92 no Aeroporto de Vitória


Do you read english? No!??

The Sikorsky S-92 is a four-bladed twin-engine medium-lift helicopter built by Sikorsky Aircraft for the civil and military helicopter market. The S-92 was developed from the Sikorsky S-70 helicopter and has similar parts such as flight control and rotor systems.

The H-92 Superhawk is a military version of the S-92 in the utility transport role, capable of carrying 22 troops. The H-92 can also be configured for specific missions, including Search and Rescue and executive transportation. The CH-148 Cyclone is a shipboard maritime helicopter variant currently under development for the Canadian Forces. From February 2009, the S-92 program was placed under Sikorsky Global Helicopters, Sikorsky's new civil helicopter business unit.

See the photos S-92 by BHS Company in SBVT:


                                                   

Fique atento às regras de bagagem na volta do exterior e evite as multas!


Quem vai viajar para o exterior nas férias deve ficar atento às novas regras de bagagem em vigor desde outubro do ano passado. A Instrução Normativa nº 1.059 da Receita Federal regulamenta o que os turistas podem trazer na bagagem, isenções e quanto será pago de imposto no retorno ao País.

O inspetor-chefe da Alfândega em Guarulhos, Edison Jorge Takeshi, estima que a Receita Federal abra mão de cerca de R$ 4 milhões por dia com a isenção de tributos sobre itens de bagagem apenas no Aeroporto de Guarulhos, onde 15 mil pessoas desembarcam diariamente, em média. O Aeroporto Internacional de São Paulo é a porta de entrada de 67% dos passageiros que aterrissam no Brasil vindos do exterior, segundo Takeshi.

Segundo Dirce Pagy, chefe do Setor de Bagagens do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, a nova norma é mais restritiva, pois estabelece limites para a entrada de certas mercadorias no País. "A legislação é a favor do turismo, não do turismo de compras lá fora", afirma. Ela explica que a medida incentiva as compras dentro do País, mesmo que o preço não seja, necessariamente, mais vantajoso para o consumidor. "As compras aqui geram empregos", defende.

Conhecer as regras de bagagem é um modo de evitar despesas não previstas ou evitar a retenção daquele perfume ou tablet comprado lá fora. Em palestra nesta semana em São Paulo, a Receita Federal esclareceu algumas regras.

Regras gerais

A Receita Federal permite a entrada, sem impostos, de bagagens com mercadorias consideradas de uso ou consumo pessoal, sem fins comerciais. É o caso de máquinas fotográficas, relógios de pulso, celulares e peças de roupa, entre outros, que já estejam em uso pelo viajante. No entanto, essas mercadorias precisam estar abaixo da quantidade e do valor máximo estabelecidos pela Instrução Normativa 1.059.

O valor máximo para isenção de impostos é de US$ 500 para viagens aéreas ou marítimas e de US$ 300 para viagens por terra ou rios. Tudo aquilo que exceder esse valor sofrerá taxação de 50%.

As mercadorias que podem ser trazidas como bagagem são limitadas a 40 itens, divididos em duas categorias. Podem ser trazidas até 20 peças de miudezas em geral, com valor abaixo de US$ 10 (chaveiro, caneca, souvenirs etc). Nesta cota, são permitidos até 10 itens repetidos. Na outra categoria, são liberados até 20 produtos com valor maior que US$ 10, sem limite de preço, mas com restrição de apenas três itens idênticos. Pequenas variações, como cor ou capacidade de memória (no caso de itens eletrônicos), são suficientes para evitar a repetição. Um tocador de MP3 de 1 gigabyte (GB) já é considerado diferente de outro de 2 GB, por exemplo.

Mas essas cotas de valor e quantidade não valem para máquinas filmadoras e computadores (PCs, notebooks, netbooks e tablets), que são taxados de qualquer maneira.

Outra exceção são bebidas alcoólicas e cigarros, que são contabilizados de forma específica. As bebidas estão sujeitas ao limite de 12 litros por pessoa, e cigarros, 20 maços. Também há limite de 25 unidades para charutos.

Peças grandes, como eletrodomésticos, instrumentos musicais e objetos de decoração, podem ser trazidos pelos turistas e estão sujeitos normalmente às regras de valor e quantidade.

Novidades e multa

Uma novidade da Instrução 1.059 é a extinção de declaração de saída temporária de bens. Para não pagar imposto sobre mercadorias adquiridas no Brasil, o viajante é obrigado a apresentar a nota fiscal delas no retorno ao País. Sem isso, elas entram nas cotas de valor e quantidade. Na prática, porém, os fiscais são mais flexíveis e avaliam a situação da mercadoria.

De acordo com a nova regra, se o viajante ultrapassar a quantidade máxima permitida, seus itens serão retidos pela Receita Federal, sem opção de pagamento de taxas para liberação. E quem for flagrado sem declarar os bens conforme exigido pela norma será obrigado a pagar o imposto mais multa de 50% sobre o valor excedente e pode até perder os bens.

Interpretação

O ponto polêmico da nova norma está na interpretação de quais mercadorias são consideradas de uso ou consumo pessoal e, portanto, estariam livres de impostos. O inciso VI do artigo 2º define como bens de uso ou consumo pessoal "os artigos de vestuário, higiene e demais bens de caráter manifestamente pessoal, em natureza e quantidade compatíveis com as circunstâncias da viagem". O auditor fiscal da Receita Federal Vitor Casimiro admite que há pontos subjetivos da norma, que exigem uma interpretação pontual.

Ele explica que, ao analisar se as compras têm a ver com as "circunstâncias da viagem", o fiscal vai levar em conta qual era a finalidade da viagem, o tempo de permanência lá fora, os locais visitados, a profissão do viajante, entre outros. "É normal comprar uma blusa de frio para uso próprio na Europa, mas não 15 peças", exemplifica, sugerindo o bom senso. Casimiro acrescenta que, se não ficar presumido que a viagem justifica a posse da mercadoria para uso pessoal, ela deve ser declarada à Receita Federal e estará sujeita à tributação se ultrapassar os limites de valor e quantidade especificados.

Outro ponto importante é que os produtos pessoais já devem ser usados. Basta uma vez. Não precisa estar gasto. Produtos novos, na caixa, destinados a parentes ou amigos, serão sujeitos a tributação.

A Receita também alerta que mercadorias destinadas a terceiros são consideradas presentes, em todos os casos. Uma gestante, por exemplo, deverá declarar um enxoval de roupas ou um carrinho de bebê comprado no exterior, caso a criança não esteja junto com ela na viagem. As cotas de valor e quantidade, porém, são individuais e sem limite de idade. O enxoval poderia ser contabilizado na cota do bebê.

iPad e iPhone

Os tablets (computadores portáteis em forma de prancheta, cujo modelo mais conhecido é o iPad) serão taxados mesmo que o turista justifique que o bem é de uso pessoal. No entendimento da Receita, eles são aparelhos similares a computadores, que também são alvo de impostos na importação. No entanto, a Instrução Normativa 1.059 não cita o tratamento que deve ser destinado a tablets, e a Receita não conta com nenhuma resolução formal e pública sobre isso.

O mesmo raciocínio é aplicado a smartphones e ao iPhone, novidades tecnológicas "esquecidas" pela legislação. Neste caso, porém, a Receita os equipara a celulares. Portanto, estão incluídos nas cotas de valor e quantidade.

Free Shop e dinheiro

Além da bagagem trazida de fora do País, os viajantes têm direito a usufruir das mesmas cotas nos free shops de aeroportos brasileiros. Com isso, o valor máximo de compras isentas de taxação chega a US$ 1.000 (US$ 500 de compras no exterior mais US$ 500 nos free shops).

Além disso, todo viajante que ingressa no Brasil ou parte daqui com dinheiro em espécie é obrigado a apresentar uma declaração no caso de quantias superiores a R$ 10.000. Este documento serve para formalizar o fluxo monetário e não há incidência de impostos. Quem não fizer a declaração pode responder pelos crimes de evasão de divisas.

Alimentos

É proibida a entrada de alimentos de origem animal sem a certificação sanitária de seus país de origem. Isso inclui carnes (inclusive embutidos e enlatados), leite e derivados (queijos e doce de leite), itens apícolas (mel e própolis) e ovos.

O documento sanitário pode ser obtido pelo turista no órgão responsável do país, mas, na prática, é um procedimento burocrático e quase ninguém se sujeita a isso. "Acho que só 1% dos viajantes traz esse documento. A maior parte das mercadorias são retidas e incineradas", conta Cleverson Freitas, chefe do Serviço de Vigilância Agropecuária do Aeroporto em Guarulhos.

Já os produtos de origem vegetal são permitidos, desde que industrializados, como chá em saquinho, por exemplo. Plantas vivas são vetadas.