Mostrando postagens com marcador Acidentes Aéreos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Acidentes Aéreos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Controlador de voo evita tragédia com Boeing da GOL durante pane

FONTE: FOLHA VITÓRIA - 09/12/2011 às 10h19 - Atualizado em 09/12/2011 às 11h14

Um avião que havia acabado de decolar do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, teve uma pane e só conseguiu pousar após um controlador de voo guiar os pilotos





SÃO PAULO - Um avião que havia acabado de decolar do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, teve uma pane nos instrumentos e só conseguiu pousar em segurança após um controlador de voo guiar os pilotos até Viracopos, em Campinas. O Boeing 737-800 recém-adquirido pela Gol estava com 95 passageiros e tinha como destino o Aeroporto Santos Dumont, no Rio.

Aeronave teve pane no ar e controlador guiou até pouso. A falha do voo 1536 aconteceu na tarde de 16 de outubro, mas só foi divulgada anteontem, pelo Jornal da Globo. Segundo passageiros que estavam na aeronave, o piloto chegou a anunciar estado de emergência e disse que teria de fazer um pouso forçado.
Quando a pane começou, o piloto contatou o Controle de Aproximação de São Paulo (APP-SP) e disse o código internacional de emergência: "Mayday, mayday, voo 1536". Do outro lado, de frente para o radar que mostrava os aviões sobre a área de Congonhas, Guarulhos, Campo de Marte e Campinas, o controlador Ricardo Blanco, com 31 anos de profissão, respondeu ao chamado do piloto. "No começo (da gravação) estou ofegante, mas com o desenrolar da ocorrência consigo manter a calma", disse o controlador à TV Globo.

O comandante explicou que havia perdido as referências de localização, altitude e velocidade. Além disso, ele estava dentro de uma camada de nuvens, quase sem visibilidade.
Analisando as alternativas de pouso, o piloto perguntou a Blanco sobre as condições meteorológicas dos Aeroportos de Guarulhos, Galeão e Campinas. E também perguntou ao controlador se ele poderia confirmar altitude e velocidade, já que cada um de seus painéis mostrava um dado diferente, com uma diferença de 200 nós (cerca de 370 km/h).

Blanco viu pelo radar que eles estavam em altitude e velocidade seguras e informou que Viracopos tinha a melhor visibilidade. O piloto então pediu ajuda para o controlador orientar o trajeto até Campinas.
A equipe de controle de tráfego suspendeu as decolagens nos aeroportos paulistas para abrir espaço para o Boeing. Em Campinas, o piloto conseguiu ver a pista e confirmou o pouso.
Investigação. As causas da pane não são conhecidas e o caso é investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Segundo a Gol, a aeronave havia sido incorporada à frota uma semana antes da falha e tinha acumulado cerca de 20 horas de voo. Na época do incidente, a empresa divulgou um comunicado afirmando que o trajeto do voo 1536 foi alterado para "a realização de uma manutenção não programada na aeronave".

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Aeronave cai e abelhas impedem moradores de socorrer vítimas, em Baixo Guandu


Bombeiros utilizaram escadas parapara
remover a aeronave em Baixo Guandú

Murilo Cuzzuol
Rádio CBN Vitória
13/11 - 20h37

Uma aeronave caiu em uma região de floresta no interior do município de Baixo Guandu, na região Noroeste do Espírito Santo na manhã deste domingo (13), por volta das 11 horas. Um homem que pilotava o aparelho, que não teve o nome divulgado pelos militares, saiu ileso do acidente e conseguiu descer sozinho das árvores, que evitaram o choque com o chão.

Aos militares do Corpo de Bombeiros de Colatina, que atenderam a ocorrência, o piloto disse ter decolado do aeroporto do próprio município, mas logo após a decolagem houve perda de altitude e ele acabou caindo sobre a mata. Os militares disseram que moradores e membros do Grupo Voluntário de Busca e Salvamento de Baixo Guandu tentaram resgatá-lo, mas foram impedidos por um enxame de abelhas.

Uma equipe da unidade foi ao local, de difícil acesso, para resgatar o piloto, porém ele já estava no chão. Após uma tarde inteira de muito trabalho os bombeiros conseguiram desprender a aeronave que estava em meio as árvores, por volta das 18 horas.

Segundo informou o sargento Lacerda, que comandou a operação, havia o risco do modelo despencar e causar um novo acidente. Não houve vazamento de combustível. O equipamento foi levado para o aeródromo de Baixo Guandu. Uma perícia será feita para apurar quais foram as causas do acidente.